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02 junho, 2010

Problemas na tireóide:


Como anda a tiróide?


A tireóide é uma glândula que fica no pescoço, logo abaixo da saliência popularmente conhecida como "pomo-de-adão". Ela produz duas hormonas muito importantes para o organismo: o T3 e o T4. Essas hormonas controlam o funcionamento de diversos órgãos e, por isso, interferem diretamente em processos como crescimento, ciclo mentrual, fertilidade, sono, raciocínio, memória, temperatura do corpo, batimentos cardíacos, eliminação de líquidos, funcionamento intestinal, força muscular e controlo do peso corporal.
Hipotireoidismo

Eventualmente, a tireóide pode sofrer problemas que a fazem produzir hormonas em excesso (hipertireoidismo) ou em quantidade insuficiente (hipotireoidismo). Esses problemas são facilmente reconhecidos, porque o hipertireoidismo acelera todas as funções do corpo, enquanto o hipotireoidismo, ao contrário, deixa tudo lento.
Dados mundiais indicam que o hipotireoidismo atinge 11% da população, sendo 80% mulheres a partir dos 35 anos. No entanto, muitos casos ficam sem diagnóstico, porque os sintomas nem sempre são reconhecidos. Sem o tratamento adequado, as doenças da tireóide afetam o coração, os ossos, alteram as gorduras no sangue e causam danos.

Sintomas

.Cansaço, apatia e desânimo
.Hipersensibilidade ao frio
.Falha na memória
.Sono excessivo
.Pele seca e queda de cabelo
.Obstipação
.Perdar de apetite
.Ganho de peso e retenção de líquidos
.Aumento de colesterol
.Tornozelo inchado e dores musculares
.Unhas quebradiças
.Períodos menstruais irregulares
.Diminuição do desejo sexual

Probabilidade de desenvolver o hipotireoidismo

A doença afeta pessoas de ambos os sexos e de todas as idades. Entretanto, certos grupos são mais vulneráveis:
.Mulheres, especialmetne acima dos 40 anos, em período pós-parto
.Pacientes em radioterapia de cabeça e pescoço
.Pessoas que já tiveram problemas de tireóide
.Usuários de lítio ou amiodarona
.Homens acima dos 65 anos
.Pessoas com histórico familiar de diabetes
.Portadores de tireoidite de Hashimoto ou Lupus

Complicações do hipotireoidismo

Quando o hipotireoidismo não é diagnosticado a tempo, ou quando não é tratado adequadamente, pode levar a sérias complicações. Outros órgãos são afetados, levando a complicações como: Insuficiência cardíaca, Dislipidemia, Coronariopatia, Hipertensão arterial, Glaucoma, Anemias, Disfunções respiratórias, Retardo mental, Surdez e Deficiência no crescimento em recém-nascidos com hipotireoidismo, Desordens gastrointestinais, neurológicas, endócrinas e renais.

Diagnóstico

As difunções tireoidianas podem ser diagnosticadas com um simples exame de sangue para dosar o TSH (hormona estimulante da tireóide). Quando o profissional de saúde achar necessário, ele pode pedir também a dosagem da quantidade das hormonas tireoidianas no sangue (T3 ou T4).
Alguns recém-nascidos apresentam disfunções ou ausência da glândula: o diagnóstico é feito pelo exame de rotina conhecido como "teste do pezinho". Essas crianças devem começar o tratamento imediatamente após o diagnóstico.

Tratamento 

O tratamento escolhido depende da avaliação das causas, por isso é individual. O mais comum é a reposição hormonal. Antes de iniciar a reposição, deverá ser feito exames para saber qual é a dosagem correta da hormona que  deverá ser administrada.
A hormona sintética da tireóide usado no tratamento é chamado de levotiroxina sódica. A levotiroxina funciona no organismo exatamente como a hormona natural da tireóide.
Devem ser feitos exames clínicos e laboratoriais periódicos para manter ou ajustar a dose.

Cuidados nutricionais - Devemos nos ater apenas ao teor de iodo ingerido em alguns casos de hipotireoidismo, e para a sua prevenção. Em qualquer tipo de hipotireoidismo não é indicada a restrição de nenhum alimento. As crucíferas (brócolis, couve-flor, mostarda, repolho, couve) e a soja não devem ser retiradas do cardápio. Importante é estar atento ao teor de iodo que se ingere.
É engano imaginar que o hipotireoidismo seja responsável pelo ganho de peso, porque costuma-se ter pouca fome quando existe menor produção das hormonas tireoidianas.

Prevenção

Infelizmente, não há uma prevenção primária específica. Entretanto, pode-se tomar algumas precauções para evitar a doença:
Fazer exercícios físicos regularmente.
Ingerir sal iodado regularmente.
Fazer exames de sangue T3, T4 e TSH regularmente.
Adotar uma dieta alimentar equilibrada.
Evitar o cigarro.
 

Um comentário:

  1. OI IRA COMO VAI OSEU BLOG ESTA CADA VEZ MAIS LINDO EU ESTOU TENTANDO MOVIMENTAR O MEU DEUS TE ABENÇÕE BEIJOS

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